Cresci numa casa com um quintal enorme que minha mãe cuidava como se fosse parte da família. Aprendi desde cedo que o espaço em que vivemos molda quem somos — e que natureza e arquitetura nunca deveriam ter sido mundos separados.
Me formei em Arquitetura e Urbanismo em 2023 e, desde o primeiro ano de carreira, optei por trabalhar de forma independente — com uma carteira limitada de clientes e projetos que realmente me movem.
Há cinco anos, decidi integrar formalmente o paisagismo ao estúdio. Não como serviço complementar, mas como parte essencial de todo projeto. A resposta dos clientes confirmou o que eu já sabia: quando arquitetura e natureza conversam desde o início, o resultado é incomparável.